Saiba como perder peso. Abordamos o tema das dietas e dos exercícios físicos como forma de perder peso tendo por base o consumo de calorias para emagrecer. Dicas sobre a melhor forma de emagrecer, compilando informação relevante. Queimar calorias de modo sustentado, através de actividade física.


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sábado, 12 de dezembro de 2015

Para perder peso

Deixo aqui um artigo que considero ser um bom ponto de partida para quem pretende perder peso, identificando de modo prático quais os principios pelos quais se deve reger para atingir os seus objectivos. Digamos que, antes de se iniciar nessa batalha que é perder peso, deve ficar com uma ideia clara de qual a atitude que deve ter perante este assunto. O texto foi alterado sendo o seu original encontrado aqui.

Que fazer para perder peso

Existem diversas razões para quem está acima do peso ou obeso, emagrecer: Tornar-se saudável, melhorar a aparência, sentir-me melhor, ter mais energia, para não mencionar as inúmeras doenças relacionadas com o excesso de peso.

Não importa a razão, o sucesso no emagrecimento e manutenção de peso saudável depende de metas e expectativas sensatas. Se você traçar para si mesmo metas sensatas, terá maior probabilidade de alcançá-las e então mais chances de emagrecer. De facto, perder até mesmo de 5 a 10% do seu peso já é uma meta que o ajudará a melhorar sua saúde.

A maioria das pessoas acima do peso deve emagrecer gradualmente. Para uma perda de peso segura e saudável, tente não emagrecer mais de 900 gramas por semana. Por vezes, indivíduos com sérios problemas de saúde associados à obesidade podem ter razões válidas para perder peso rapidamente. Neste caso, é preciso supervisão médica. 

O quanto você pesa é o resultado de vários factores:
·        Qual a quantidade de alimento que ingere e qual a sua composição
·        se o seu estilo de vida inclui actividade física regular
·        se utiliza a comida como resposta para o stress e outros problemas em sua  vida
·        sua fisiologia e carga genética
·        sua idade e condição de saúde.

Para obter sucesso no emagrecimento e manutenção de peso saudável deve-se levar em conta todos esses factores. Esta é a razão para ignorar produtos e programas de emagrecimento que prometem resultados rápidos e fáceis, ou que prometem resultados permanentes sem mudanças permanentes no seu estilo de vida. Qualquer propaganda que diz que você pode emagrecer sem diminuir o consumo de calorias e/ou aumentar seu nível de actividade física está vendendo fantasias e promessas falsas. De facto, alguns podem chamar isso de fraude. Além do mais, o uso de alguns produtos pode não ser seguro.

Uma Abordagem Realista:

Muitas pessoas que estão acima do peso ou obesas têm decidido não entrar em dieta, mas concentrarem-se em praticar actividade física regular e manter hábitos de alimentação saudável de acordo com o enfatizando o baixo consumo de gorduras, e aumento da ingestão de vegetais, frutas e cereais integrais. Outros, que tentam as dietas, têm relatado a necessidade de ajuda para atingir as metas de controle de peso.

Dietas da moda, podem resultar em perda de peso a curto prazo, porém isso pode ocorrer colocando sua saúde em risco. Como você vai administrar o seu peso tem muito a ver com o sucesso a longo prazo. A menos que sua saúde esteja seriamente em risco devido a complicações decorrentes da obesidade, a regra e a sua meta devem ser o emagrecimento gradual.

Aqui está como fazer isso:
·    Fale com seu médico. Certifique-se que sua condição de saúde permite diminuir a ingestão de calorias e aumentar seu nível de actividade física.
·    Siga uma dieta reduzida em calorias, mas ainda assim balanceada, que promova a perda de 450 a 900 gramas por semana. Certifique-se de incluir pelo menos 5 porções diárias de frutas e vegetais, assim como cereais integrais, carne magra e lacticínios com pouca gordura. Isso não irá produzir manchetes em jornais, mas poderá reduzir a sua cintura. Não é uma ciência "miraculosa", apenas bom-senso. E o mais importante, é prudente e saudável.
·    Arranje tempo no seu dia para alguma forma de actividade física. Comece por usar as escadas no trabalho, subir o descer a escada rolante e estacionar o seu carro mais longe para ter que caminhar mais. Então, assumindo que seu médico dê o sinal verde, adicione gradualmente alguma forma de actividade física regular que você goste. Caminhar, é uma excelente forma de actividade física que quase todo mundo pode fazer.
·     Considere os benefícios da perda de peso moderada. Há evidência científica que perder de 5 a 10% do seu peso, e não o recuperar, pode beneficiar sua saúde, diminui sua pressão sanguínea, por exemplo. Se você tem 1,70 metros de altura, pesa 82 kg e o seu peso meta é 68kg, perder de 5 a 10% (4 a 8 kg) já será benéfico. O caminho para o sucesso na perda e controle de peso é constante e lento. 

Para muitas pessoas que estão acima do peso ideal ou obesas, o controle de peso a longo prazo é saudável e requer metas sensatas e compromisso para fazer mudanças realistas no estilo de vida melhorando a sua saúde. Um estilo de vida baseado numa alimentação saudável e actividade física regular pode ser um verdadeiro salva-vidas.
Vários outros factores, incluindo seu histórico médico, podem aumentar o risco para sua saúde.

Consulte seu médico para conselhos sobre seu risco para a saúde geral e as opções para emagrecer que são melhores para você. Decidam juntos se você deve adoptar uma dieta moderada (1.200 calorias por dia para mulheres, 1.400 calorias por dia para homens), ou se outras opções poderiam ser mais apropriadas.


quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

10 hábitos para perder peso eficazmente


Perder peso de modo eficaz requer alterações ao estilo de vida, nomeadamente no que toca à dieta alimentar e à quantidade de exercício físico praticado e, embora isso possa parecer difícil de conseguir de um dia para o outro, estudos recentes têm apresentado pequenos hábitos que podemos facilmente adoptar para eliminar os quilos indesejados. Algumas destas ideias são recorrentes (mas nunca é demais relembrar!), outras são surpreendentes – todas vão ajudar a baixar o ponteiro da balança e a perder peso eficazmente.

1. Água, sempre!
Os nutricionistas não cansam de alertar para a importância da água no que toca a combater o peso excessivo. Porquê? Porque funciona! Com zero calorias, basta adquirir o hábito de trocar qualquer refrigerante ou sumo por água para começar a ver os resultados. Num estudo que envolveu 240 mulheres com excesso de peso, aquelas que optaram por água em vez de outro tipo de bebida perderam, em média, mais 2 kg do que aquelas que não fizeram a substituição. A verdade é que os números não enganam: 1 copo de sumo tem 154 calorias, 1 lata de Coca-Cola tem 146 calorias, 1 copo de água tem 0 calorias.
2. Começar o dia com ovos
Os investigadores da Universidade do Louisiana recomendam que os bagels ou o pão que é normalmente ingerido ao pequeno-almoço seja substituído por 2 ovos. A ideia é simples: quem comer 2 ovos perde, em média, 65% mais peso do que quem ingerir bagels ou pão com a mesma quantidade de calorias que os ovos. Qual a diferença? Quem começou o dia com ovos sentiu-se com menos fome, acabando por comer menos durante o resto do dia.
3. Comer com tempo
Um estudo da Universidade de Rhode Island mostrou que um grupo de mulheres que comia muito depressa (devoraram um almoço de massa em 9 minutos) acabou por ingerir 646 calorias. O outro grupo de mulheres, que comeu mais devagar (demoraram cerca de 30 minutos a saborear o almoço), ingeriu menos 70 calorias. Para além de comer menos, este grupo sentiu-se mais saciado, durante mais tempo, no período pós-almoço.
4. Música magra
A universidade britânica Brunel chegou a uma conclusão interessante quando estudou a relação entre música e emagrecimento: com boa música, as pessoas que integraram o estudo praticavam exercício físico durante mais tempo, ou seja, o segredo é escolher temas que o põem literalmente a mexer! Mas atenção, à hora das refeições, desligue a música – caso contrário, a tendência é para comer mais.
5. Comer em casa
Sabia que as refeições que fazemos fora de casa têm cerca de 60% mais calorias do que aquelas que prepararmos nas nossas próprias cozinhas? Este estudo vem apenas reforçar a ideia de que devemos evitar, ao máximo, comer fora – a bem da nossa silhueta. Caso contrário, é importante aprender a comer fora de forma saudável.
6. Menos exercício, mais em forma
Um estudo recente da universidade canadiana de Hamilton explica que 30 minutos de ciclismo em sprint (pedalar rapidamente durante 30 segundos e depois mais devagar durante 4 minutos) é mais eficaz do que 90 minutos a andar de bicicleta em ritmo normal. O segredo está nos sprintsde 30 segundos que podem ser aplicados a várias outras modalidades – caminharcorrer, nadar…
7. Peso pós-parto
As recém-mamãs têm, muitas vezes, grande dificuldade em livrar-se dos quilos que acumularam durante a gravidez e um dos motivos prende-se com a quantidade de tempo que passam em casa depois do parto. Os investigadores da Escola de Medicina de Harvard têm uma solução: desligar a televisão e sair de casa! Num estudo que contou com 902 novas mães, registou-se que, para cada hora de televisão vista por dia, a probabilidade de manter o peso extra aumentava 24%; no caso das mulheres que caminhavam diariamente durante uma hora, esse valor baixava 34%.
8. Emagrecer a rir
Que rir é sempre o melhor remédio já nós sabemos, o que não sabíamos é que por cada 10 ou 15 minutos passados às gargalhadas, o corpo queima cerca de 40 calorias. Quem o diz são os estudiosos da Universidade Vanderbilt no Texas. 
9. Personal trainer de quatro patas
Investigadores da Universidade de Victoria, em British Columbia, no Canadá, asseguram que um dos melhores personal trainers que podemos ter é um cão. Para além de praticarem mais exercício físico do que aquelas pessoas que não têm um animal de estimação, quem tem um cão é geralmente mais ativo e tem menos tendência para engordar.
10. Mais sono, menos peso
Dormir mais ajuda a perder peso, quem o diz são os mais recentes dados apresentados pela Universidade de Michigan – basta dormir mais uma hora por dia para perder cerca de 6 quilos num ano. Para além disso, quem dorme mais 60 minutos por noite, come menos 6% ao longo do dia seguinte. Um estudo da Escola de Medicina de Harvard que seguiu cerca de 68,000 mulheres chegou à conclusão que aquelas que dormiam 5 ou menos horas por noite tinham uma maior probabilidade (32%) de ganhar mais de 13 quilos nos 16 anos seguintes, do que aquelas que dormiam pelo menos 7 horas por noite.

sábado, 7 de maio de 2011

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terça-feira, 22 de março de 2011

Aspectos psicologicos para emagrecer

Há uma inevitabilidade associada a qualquer processo de emagrecimento: aquilo que comemos (ou aquilo que deixamos de comer) não é suficiente para produzir grandes oscilações de peso. É preciso introduzir mudanças significativas, nomeadamente através da prática de exercício físico. Ora, também não é expectável que a mudança de imagem corporal, através da perda de peso, seja suficiente para produzir alterações em termos da nossa auto-estima. É preciso bastante mais.

Como esta é uma questão circular, o aumento de peso (gradual ou repentino) influencia o nosso auto-conceito, a imagem que temos de nós mesmos, o que, em certos casos, pode fazer com que a desmotivação se alastre a outras áreas da vida.

Não raras vezes, o aumento de peso produz alterações no desejo sexual e na satisfação conjugal. Os constrangimentos que resultam da falta de auto-confiança levam a que a própria pessoa estabeleça comparações sistemáticas com os outros – que, aos seus olhos, são quase sempre mais bonitos, mais interessantes. Também existem comparações em relação ao passado – olha-se com mágoa para as fotografias de “há 10 quilos atrás”, alimentando pensamentos auto-destrutivos.

Então, experimentam-se dietas aparentemente promissoras, fixam-se horários para o ginásio e entra-se numa luta mais ou menos desenfreada no sentido de vencer a batalha. E se os quilos a mais teimarem em não desaparecer – no caso das mulheres este processo é ainda mais moroso – a frustração instala-se e a desmotivação regressa.

A proliferação de blogues que descrevem processo de emagrecimento denuncia o estado das coisas. De um modo geral, estes registos são positivos, já que, além de mostrarem que os avanços e recuos são comuns a muitas pessoas, potenciam a auto-disciplina.

Mas é preciso ter cuidado. Esta pode ser uma luta importante para a elevação da auto-estima, mas algo vai mal se se transformar n’A luta.

Os limites que fixam aquilo que é normal em termos de peso corporal estão amplamente difundidos pela Organização Mundial de Saúde e suas ramificações. Mas poucos terão consciência daquilo que é ou não é normal no que se refere ao comportamento alimentar.

Ainda que perturbações como a anorexia ou a bulimia estejam cada vez mais na ordem do dia, a verdade é que em muitas famílias ainda se acredita que “essas coisas” só acontecem aos outros. E ainda há os perigos associados à ortorexia, ignorados de um modo geral.
Nota: A Ortorexia Nervosa é um distúrbio alimentar pouco conhecido, que se caracteriza por uma preocupação exacerbada com o tipo de alimento ingerido. Os portadores da doença acham que apenas vegetais e cereais fazem bem ao organismo. Já carnes e enlatados, são evitados na alimentação. Apesar de a alimentação natural ter os seus benefícios comprovados, os ortoréxicos são extremamente rígidos nos seus hábitos alimentares, passam o dia preocupados com isso e não medem esforços para adquirir esses alimentos: percorrem grandes distâncias e pagam valores altos. Além disso, recusam-se a comer em casa de parentes e amigos por desconhecerem o que será posto à mesa. Quando não conseguem alimentar-se de produtos naturais, sentem culpa e tornam-se ainda mais radicais em relação à sua dieta. Este distúrbio alimentar causa graves prejuízos à saúde, caso o ortoréxico não substitua os alimentos que deixa de consumir por outros que lhe ofereçam o mesmo complemento nutricional. Entre os problemas causados, estão quadros de anemia, carência vitamínica e problemas de relacionamento social, já que os ortoréxicos acabam por se afastar das pessoas que não se alimentam como eles. Fonte: Redação Saúde em Movimento.

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